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Marcelo Specie. Tecnologia do Blogger.
terça-feira, 6 de setembro de 2011

Fonte: Mafia Rocker

Iggy Pop foi forçado a adiar sua turnê nos Estados Unidos após quebrar dois ossos de seu pé esquerdo, informou o site da revista "Uncut". O vocalista sofreu a contusão durante show com o Stooges no festival Península, na Romênia, em 27 de agosto.

Após ser examinado por médicos, Iggy descobriu que terá que ficar de seis a oito semanas de repouso. A turnê norte-americana do Iggy & The Stooges estava prevista para começar na quarta-feira (7).

Ele divulgou comunicado sobre a lesão. "Odeio isso, é um inferno cancelar ou adiar qualquer coisa. Só fui ao médico porque estava doendo para c... e não poderia me curar sozinho. Por favor, sejam pacientes, eu estou animado com esses shows", disse. A banda prometeu remarcar as apresentações em breve.

Fonte: G1

Em meio a revelações e imagens inéditas, o documentário de Martin Scorsese sobre George Harrison revela o lado conquistador daquele que era considerado o mais "quieto" dos Beatles, segundo a imprensa britânica.

A viúva de George, Olivia Harrison, produziu "Living in the Material World" junto com o diretor e fala sobre os desafios de seu casamento. "Ele gostava de mulheres e as mulheres gostavam dele. Se ele te dissesse apenas algumas palavras, isso teria um efeito enorme", disse ela. "Portanto, era difícil lidar com alguém que era tão amado."

Olivia disse que o segredo de seu longo casamento (1978-2001) foi aguentar os desafios, que ela chama de soluços. "Você passa por desafios em seu casamento e o que descobri foi isso: a primeira vez que tivemos um grande soluço no caminho, passamos pelas coisas e percebemos: 'há uma recompensa no final'", diz ela. "Existe essa recompensa incrível porque você sente que viveu mais e se desvencilhou de algo", afirma, acrescentando que ela e George partilhavam um forte interesse em meditação.

Paul McCartney também fala do gosto de George por mulheres. "Não quero dizer muito porque ele era um companheiro. Mas ele gostava de coisas que os homens gostam. Ele tinha sangue-quente", diz Paul.

O documentário mostra que além da imagem de pessoa espiritualizada, George tinha um senso de humor cáustico e cultivava amizades longas e profundas. Os produtores George Martin e Phil Spector revelam que Harrison era obcecado com a perfeição em relação a sua música. "Perfeccionismo não era a palavra, a coisa ia além disso", diz Spector, que produziu "All Things Must Pass", seu primeiro álbum solo.

"Living in the Material World" tem data prevista de lançamento mundial para 10 de outubro.

Fonte: IG/ÚltimoSegundo

No dia 20 deste mês, diversos cinemas pelo mundo exibirão o documentário 'Pearl Jam Twenty' (também referido como 'PJ20'). O filme foi dirigido por Cameron Crowe e conta a história de duas décadas do grupo grunge. O público brasileiro de 17 cidades poderá conferir a novidade.

Veja a seguir a lista das salas no país, divulgada no site oficial da trupe no último sábado (3):

Norte
Manaus/AM – Cinemais Millenium
Belém/PA – Cinepolis Boulevard

Nordeste
São Luís/MA – Cinesystem Rio Anil
Salvador/BA – Cinepolis Salvador Norte

Centro-Oeste
Cuiabá/MT – Cinemais Cuiabá

Sudeste
Uberlândia/MG – Cinemais Uberlândia
Rio de Janeiro/RJ – Cinépolis Lagoon
São Paulo/SP – Cinépolis Largo Treze
Barueri/SP – Cinépolis Alphaville
São José do Rio Preto/SP – Cinemais São José do Rio Preto
São José dos Campos/SP – Cinesystem Vale Sul Shopping
Campinas/SP – Cinesystem Galleria Campinas
Ribeirão Preto/SP – Cinépolis Santa Úrsula

Sul
Maringá/PR – Cinesystem Maringá Park
Blumenau/SC – Cinépolis Blumenau Norte
Florianópolis/SC – Cinesystem Shopping Iguatemi
Porto Alegre/RS – Cinesystem Shopping Total

A exibição realizada em uma única data. Informações e venda de bilhetes podem ser conferidas aqui.

Em novembro, o Pearl Jam faz cinco shows no Brasil: São Paulo (03 e 04/11, Estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (06/11, Apoteose), Curitiba (09/11, Estádio do Paraná Clube) e Porto Alegre (11/11, Estádio Zequinha).

Fonte: Guitar Player

Laurie Hoyt, que se nomeou Laurie McAllister ao assumir o posto de baixista do Runaways, morreu no dia 25 de agosto. A informação foi divulgada na sexta, 2, pelo site do jornal Los Angeles Times.

Segundo divulgado pela mãe dela, Lavonne Hoyt, Laurie morreu de asma. Nascida em 26 de junho de 1957, ela integrou o Runaways (junto a Joan Jett, Lita Ford e Sandy West) em 1978 (no lugar de Vicki Blue) e chegou a se apresentar ao vivo, porém meses depois a banda terminou. “Sinto em saber sobre a morte de Laurie”, disse Joan em comunicado à imprensa internacional. “Ela era uma boa pessoa e uma boa baixista. Foi uma ótima experiência estar em uma banda com ela.”

Depois de fazer parte do Runaways, Laurie tocou baixo e cantou no Orchids, outra banda só formada por garotas. “Ela tinha um grande coração e foi uma das pessoas mais interessantes que conheci na vida”, afirmou Sunbie Harrell, guitarrista do grupo.

Fonte: Rolling Stone

Ry Cooder quer mudanças na Casa Branca e deixa isso bem claro em "John Lee Hooker for president", uma das faixas do seu novo disco, "Pull up some dust and sit down", lançado esta semana no exterior. Citando uma letra do saudoso bluesman, ele canta a promessa de campanha: "Everyone gets one bourbon, one scotch, one beer/Three times a day if they stay cool" ("Um bourbon, um uísque e uma cerveja para todo mundo/Três vezes ao dia, se se comportarem direito").

É assim, com humor e ironia, que Cooder atravessa as 14 faixas do disco, aproximando-se de um formato quase esquecido pelo tempo: a música de protesto. Inspirado por um artigo do veterano colunista Robert Sheer sobre a recente crise econômica nos EUA e os desmandos feitos durante o governo Bush, "Pull up some dust and sit down" critica banqueiros, a guerra do Iraque e a política anti-imigração americana com contundência e leveza ao mesmo tempo, tratando as músicas como se fossem esquetes teatrais e criando cativantes personagens de um universo em desencanto, que perdem tanto seus braços na guerra como suas casas para os bancos.

Ao fundo, Cooder exibe sua rica bagagem musical, que vai além do mero papel de sócio colaborador do "Buena Vista Social Club", disco de 1997, gravado em Cuba, que o tornou conhecido junto às massas. Magistral guitarrista (são dele os pungentes solos da trilha de "Paris, Texas"), pesquisador incansável, outsider por natureza, Cooder passeia por blues, country, preguiçosas baladas Tex-Mex e gospel, sempre com um jeito on the road em uma emocionante jornada que parece guiada pelo espírito de Woody Guthrie. (Por Carlos Albuquerque - carlos.albuquerque@oglobo.com) Agência O Globo

Fonte: Yahoo

segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Mês de setembro já dando as caras e com ele uma leva de shows e festivais que prometem agitar os ânimos (e os bolsos) dos que curtem boa música e daqueles que não curtem música tão boa assim (ou esperam encontrar). O mais badalado deles tem sido, é claro, o famigerado Rock In Rio em sua 3ª Edição (trocadilho RIR inevitável!) A edição desse ano, obviamente teve muitas controvérsias, a começar pelas atrações realmente rockers já que também é tradição do evento ter opções pop oque neste caso isolado o pontapé no saco me fez preferir nem citar as escolhas.
Pois bem, antes voltemos na edição inaugural, em 1985. O primeiro Rock in Rio aconteceu em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, em uma área de 250mil metros quadrados especialmente construída para receber o evento. Era o começo da democracia no Brasil, que foi celebrada com um grito de união e liberdade ao se abrir pela primeira vez as portas do país (e da América do Sul) às grandes atrações internacionais.  Nomes de peso no line up como: AC/DC, All Jarreau, B’52s, George Benson, Go Go’s, Iron Maiden, James Taylor, Nina Hagen, Ozzy Osbourne, Queen, Rod Stewart, Scorpions, Whitesnake e Yes. Além de nomes de respeito no lado nacional como: Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Paralamas do Sucesso e Rita Lee. Shows que lotavam e tiveram grande repercussão da mídia. Mas claro que a Senhora desse país Rede Globo cometeu gafes horrorosas, esta mesma que propaga aos quatro cantos o “hino” enjoativo do evento acompanhado pela exaustiva promoção em sua capenga programação. Eu tinha apenas 4 anos na época e já adulto dispondo das maravilhas da internet corei de vegonha ao ver no youtube a pérola como a emissora se referindo ao Eddie como “E agora rock pauleira (sic) pros metaleiros, um pouco mais do satânico (sic) Iron Maiden (a pronúncia do nome aqui me deu calafrios), com a participação especial e muito bem humorada (!?!) de Eddie, o monstro!” QUE DESGRAÇA DE FRASE FOI ESSA?! Além da própria inventar o termo “metaleiro” oque pra mim é gente que trabalha em metalúrgica, enfim... Como esquecer da então inexperiente Glória Maria, irritando Freddie Mercury repetindo a mesma pergunta por várias vezes em português e em inglês além de insistir na questão de que se a música “I want to break free” tinha um apelo gay, irritando visivelmente o vocalista. Lapsos a parte tivemos grandiosos espetáculos proporcionados por AC/DC, Iron Maiden, Queen, Ozzy e a grata surpresa que foi o Whitesnake.
Voltariamos a ter uma nova edição apenas em 1991. Desta vez, o evento aconteceu no Estádio do Maracanã, que foi adaptado para receber o palco e o público no gramado – além de ter suas arquibancadas ocupadas, somando mais de 700 mil pessoas. Desta feita tivemos: A-HA, Billy Idol, Colin Hay, Debbie Gibson, Dee-Lite, Faith No More, George Michael, Guns N’Roses, Happy Monday, Information Society, INXS, Joe Cocker, Judas Priest, Lisa Stansfield, Megadeth, New Kids on the Block, Prince, Queensryche, RUN DMC, Santana e SNAP. Destaques para Guns N´Roses e ataques de estrelismo de Axl Rose e Judas Priest com um de seus últimos shows com Rob Halford antes de sua saída da banda que resultou em mais de 10 anos de ausência. Como pudemos ver tal edição ganhou um status bem mais grandioso com nomes de peso em varias tendências da época.
Dez anos separaram a 2ª pra nova edição que aconteceria apenas em 2001, voltando a Jacarepaguá , seu local de origem. Foi nessa terceira edição que nasceram também outros espaços além do palco principal, voltados a apresentações divididas por estilos - como música eletrônica e música africana. Atrações da vez foram:  Aaron Carter, Beck, Britney Spears, Dave Mathews Band, Deftones, Five, Foo Fighters, Guns N’ Roses, Iron Maiden, James Taylor, Neil Young, N´Sync, Oasis, Papa Roach, Queens of The Stone Age, Red Hot Chili Peppers, REM, Halford, Sting, Sheryl Crow e Silverchair. Destaquemos o retorno triunfal do Iron Maiden no que resultou na gravação de um belo DVD ao vivo; as primeiras apresentações em terras brazucas de QoTSA (com direito a baixista peladão e preso em seguida) e Foo Fighters; o esperado e houve quem gostasse do Guns´n Roses (com um obeso Axl e sem a patota original) e a bela apresentação dos sempre estimados Red Hot Chilli Peppers. Sabe se lá oque aconteceu com a cabeça (ou a conta bancária) do Sr. Medina que resolveu levar o Rock in Rio lá para fora (Pasmém, tirasse o “RIO” do nome então...) Sendo edições em Lisboa (2004, 2006, 2008 e 2010) e Madrid (2008 e 2010).
Depois de longos anos de espera eis que o evento retorna à terra natal e desta vez com votações para escolherem os eventos rock´n roll sendo Guns e System of a Down campeões na preferência da galera. Logicamente o patrono do evento também não deixou de fora nomes modistas do pop atual porém na escolha da base das bandas de rock conseguiu dar um certeiro tiro...no pé.  Tal como Coldplay (argh! E como headliner!!!), Maroon 5, Maná, Evanescence, Snow Patrol, Glória (who?). Sai Elba Ramalho mas temos Ivete Sangalo e Claudia Leitte como embaixadoras do rock...(!!!!!!!!!!) Salva a Pátria Metallica (quem os viu ano passado nos dois shows de SP sabe que este pode ser o diferencial do evento em não ser uma grande roubada), Red Hot Chili Peppers que acaba de lançar um bom disco aclamado pela critica, Slipknot, Motorhead  e Lenny Kravitz animam quem gosta de guitarras ao invés de timbaladas.


Internautas roqueiros demonstram indignação com a convocação de artistas do pop e da axé music  para o set do Rock in Rio 2011, o que só ajuda a promover ainda mais o evento. Tanto que se criou até a tag #RockInRioEuVouFicarEmCasa porém os organizadores não parecem demonstrar alguma compaixão dos fãs “órfãos”. Bom, radicalismos à parte acho que somos é sortudos por ainda não incluírem sertanejo universitário e funk carioca no line up da festa. O “Rio” do nome já está defasado agora o “Rock” parece ter ficado também. Lembremos que deveria ser um evento onde se revelassem bandas as quais penam pra tocar uma composição sua nas rádios e tem até certo prestígio regional, seria uma grande porta de entrada para uma possível carreira gloriosa onde tais artistas renomados e cansativamente chamados para a franquia do evento já famosos, consagrados, milionários e que não fazem nada de novo ganhem cada vez mais espaço na mídia, inclusive nas ditas alternativas e formadoras de opinião. Enfim, boa sorte pra você que vai e eu fico mais com o SWU que pode não ser o melhor festival de todos os tempos mas esse ano prometeu um repertório de bandas que fazem desse RIR de se fazer rir mesmo.

A.V.

Depois do incidente no avião com o ator Gérard Depardieu, foi a vez de Billie Joe Armstrong, líder do Green Day, ser expulso de um avião. No Twitter, o roqueiro explicou o caso.

"Acabei de ser expulso de um voo porque minhas calças estavam muito baixas. Não é piada", afirmou Armstrong.

Ainda no Twitter, a companhia aérea respondeu ao comentário do vocalista do Green Day. "Sentimos muito pela sua experiência hoje. Alguém da nossa central de atendimento aos clientes entrará em contato com você".

Fonte: JB

Em uma série de homenagens à memória do cantor Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, a inglesa Lotus Cars preparou uma unidade personalizada do Cupê esportivo Evora S para ser leiloado. Se estivesse vivo, Mercury completaria 65 anos nesta segunda-feira (5). A renda do leilão será doada à Mercury Phoenix Trust, fundação criada em prol do combate à Aids, após a morte do músico em 1991.

O Freddie Mercury Evora S tem visual inspirado no figurino utilizado pelo músico durante a turnê "Magic Tour", em 1986. Externamente, o modelo conta com pintura branca perolada atravessada por listras em vermelho e dourado. Ícones alusivos à figura do cantor e de seu autógrafo estilizado, bem como do símbolo do Queen complementam a decoração externa. Há ainda a inscrição “Lover of life. Singer of songs”, retirada da estátua do cantor erguida na cidade de Montreaux (Suíça), estampada nos para-lamas frontais.

Internamente, o Evora S conta com revestimento nas cores amarela e preta, também presentes na roupa de palco de Mercury. O destaque, porém, fica por conta da finalização no verso dos bancos esportivos do tipo concha, que une o tema da bandeira britânica (a Union Jack) à imagem da coroa frequentemente usada pelo cantor.

O Evora S mantém a motorização habitual, um V6 de 3,5 litros e 350 cavalos de potência. Não foi divulgado o valor inicial do modelo com decoração especial, mas o Evora S tradicional custa entre 52 mil e 60 mil libras (entre R$ 138.500 e R$ 160 mil, sem qualquer taxa ou imposto).

Fonte: NE10

A banda Queen vai celebrar o que seria o 65º aniversário de Freddie Mercury nesta segunda (5), exibindo a íntegra do filme-concerto "Live at Wembley Stadium" no YouTube.

De acordo com a revista americana "Rolling Stone", é a primeira vez que a banda permite a exibição completa do filme na internet.

O filme, que registra os melhores momentos de dois shows do Queen em Londres, em 1986, mostra hits como "Bohemian Rhapsody", "We Will Rock You", "We Are the Champions", "Another One Bites the Dust" e "Crazy Little Thing Called Love".

Essas apresentações estão entre as últimas feitas pelo quarteto.

Fonte: Folha